Atualizações da Semana (16/10/2011)
Oi pessoal,
Semana passada não tivemos atualizações e essa semana foram poucas. Isso porque andei meio ocupado por esses dias, mas vamos fazer o possível para mantar as atualizações semanais.
Duas novas categorias, música e tecnologia, surgiram em um mesmo post sobre o Teremim. Claro que quando colocamos uma categoria para música, estamos falando das suas relações com as ciências e com a tecnologia.
Na página de textos, postamos um artigo intitulado ”Construção de Práticas Didático-Pedagógicas com Orientação CTS: Impacto de Um Programa de Formação Continuada de Professores de Ciências do Ensino Básico”. Esse texto vale muito a pena para o professor que procura dar sentido ao que está ensinando!
Por enquanto é só, até a semana que vem!
Um instrumento que não se toca!
Isso mesmo, para tocar esse instrumento, não é necessário encostar nele. O aparelho possui duas antenas capazes de captar movimento em suas proximidades, sendo que uma é responsável pela altura (notas musicais) e a outra pela intensidade do som.
O Teremim foi criado em 1919 pelo físico e engenheiro russo Lev Sergeivitch Termen, também conhecido por Léon Theremin (versão francesa de seu nome), produto de uma pesquisa patrocinada pelo governo russo em sensores de proximidade.
Esse instrumento é muito utilizado em trilhas de filmes e desenhos animados, principalmente de suspense. Veja abaixo um vídeo do Teremim sendo tocado pelo seu próprio criador:
Para conhecer mais, procure por bons vídeos nos relacionados ou acesse o blog http://teremin.blogspot.com/
Existem algumas controvérsias sobre a estrita do nome em português (Teremim ou Teremin?) Se alguém entendido no assunto puder comentar algo esclarecedor nós agradecemos!
Autor do Texto: Rafael Dias
Atualizações da Semana (01/10/2011)
Queridos leitores,
a partir de hoje teremos mais um post semanal, onde informarei todas as atualizações feitas nas páginas do blog. Essa semana, surgiu uma nova tag chamada “comportamento”. Ela está relacionada à conteúdos de caráter social ou psicológico, tornando o nosso blog um pouco menos “ciências exatas”. Colocamos também um botão de curtir na barra lateral, pra galera que tem Facebook poder interagir mais com o blog, além de divulgá-lo pra galera! (Aproveita pra dar uma clicadinha lá! Hehe). Na parte de sites interessantes, acrescentamos o site do Ministério da Educação e Cultura (MEC) e o site “NET educação”, onde você encontra conteúdo para vários níveis de educação.
Na página “experimentos e atividades”, postamos um livro divulgado pela Sociedade Brasileira de Química (SBQ) com diversos experimentos caseiros e que podem ser facilmente relacionados com o conteúdo ensinado nas escolas. Lá você também encontra um artigo com diversas sugestões de experimentos de Física Moderna para serem feitos em sala de aula (isso mesmo! Experimentos de Física Moderna!).
Já em “Textos”, temos um artigo intitulado “História da Ciência: Objetos, Métodos e Problemas”, que julgamos bastante interessante para quem pretende incluir a História da Ciência em suas aulas ou fazer pesquisas na área. Também temos a Cartilha Nutricional da Petrobrás, que eu recebi via e-mail da minha amiga Evelyn Pimenta. Nela você encontra ótimas dicas de alimentação.
No mais é isso! Semana que vem teremos mais atualizações.
Bob Esponja faz mal para crianças.
Essa carinha bonitinha nunca me enganou. Bob Esponja é vilão. Pelo menos, é o que dizem pesquisadores da Universidade de Virgínia, que colocaram crianças de 4 anos de idade para assistir a 9 minutos de Bob Esponja Calça Quadrada e constataram que, imediatamente após a sessão, os pequenos apresentavam sérios problemas de atenção.
Tudo bem, a culpa, segundo o estudo, não é necessariamente da esponja-do-mar, mas do ritmo frenético do desenho – cujas cenas mudam, em média, a cada 11 segundos. Tanto dinamismo, explicam, afetaria a percepção e prejudicaria as capacidades das crianças de se focarem, resolverem problemas e controlarem o próprio comportamento.
É claro que o pessoal da Nickelodeon, que produz o programa, não ficou nada contente. Em uma declaração oficial, eles questionaram a quantidade de crianças da pesquisa (foram 60), alegando que não era o bastante para um estudo científico, e apontaram que o público alvo do Bob Esponja são crianças de 6 a 11 anos de idade, e não de 4.
Autor do Texto: Thiago Perin
Fonte: Ciência Maluca
A primeira radiografia do mundo!
Foi em novembro de 1985 que o físico alemão Wilheim Conrad Roentgen fez a primeira radiografia que se tem conhecimento na história da humanidade. É interessante notar que essa radiografia não foi de seu próprio corpo, mas sim, da mão se dua esposa Ana Bertha.
Sua descoberta se deu de forma incidental, ou seja, na época, quando Roentgen estudava um aparelho chamado tubo de raios catódicos – criado por seus colegas de universidade – ele não tinha a pretensão de descobrir os raios-x. Em um primeiro momento, os físicos ficaram fascinados com a descoberta, porém, o que eles ainda não sabiam é que a exposição descontrolada à essa radiação pode causar diversos malefícios como calvice, náuseas, vômito e até câncer.
Com o passar do tempo, os estudos dos raios-x e de outros tipos de radiação nos proporcionaram maior segurança em sua utilização e, consequentemente, o desenvolvimento de diversas áreas do conhecimento humano, entre elas a Biologia, a Medicina, a Odontologia e até na Agricultura.
Autor do texto: Rafael Dias.
Qual é a importância das baratas urbanas?
As baratas são insetos muito diversos e abundantes e, por serem onívoras, ou seja, por comerem de tudo, tem papel vital como decompositoras de restos orgãnicos. Além disso, elas fazem parte da dieta de muitos outros animais, como aves, aranhas, lacraias e escorpiões.
As baratas urbanas, em especial, são totalmente dependentes da presença dos seres humanos e muito importantes dentro da cadeia alimentar das cidades. Apesar de representarem apenas uma mínima porção das espécies existentes de baratas, cerca de 1%, elas são muito numerosas e o seu desaparecimento causaria um forte desequilíbrio nos ecossistemas urbanos.
Esses insetos consomem rapidamente toneladas de fezes, cadáveres, restos de alimentos e até papel, cigarros e plásticos. Se sumissem, sofreríamos com o rápido acúmulos de resíduos humanos nos esgotos e cemitérios. Por servirem de alimento a muitos predadores que fazem parte da fauna da cidade – como ratos e morcegos -, seu fim causaria uma rápida desestabilização das populações animais.
Seria necessário um longo período de readaptação ecológica até que outro ser vivo ocupasse o nicho das baratas. Por isso, mesmo que você não goste delas, é mais sábio deixar que continuem habitando nossos esgotos, lixeiras e cemitérios.
Autor do Texto: Eduardo Fox
Fonte: Revista Ciência Hoje nº 284, vol 48. Agosto de 2011.


